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Programa
1.ª PARTE
Gabriel Fauré Pavane, Op. 50
Jacques Ibert’s Concerto para Flauta e Orquestra
Allegro
Andante
Allegro scherzando
2.ª PARTE
César Franck Sinfonia em Ré menor
Lento – Allegro non troppo
Allegretto
Allegro non troppo
Juliette Hurel é uma flautista multifacetada, vencedora do Premier Prix do Conservatório de Paris e de inúmeros concursos internacionais.
A sua interpretação expressiva e comunicativa fez-se ouvir nos maiores palcos do mundo, desde o Théâtre des Champs-Élysées ao Wigmore Hall, e em prestigiados festivais como La Roque d’Anthéron e Colmar.
Desde 1993 que partilha uma harmoniosa cumplicidade com a pianista Hélène Couvert, dando origem a inúmeros álbuns e projetos audaciosos, como as leituras musicais Misia, Reine de Paris e Vive l’amour, na companhia da atriz Julie Depardieu.
A sua discografia aclamada pela crítica explora um vasto repertório, desde Bach a compositores esquecidos.
Está apaixonadamente comprometida com a música contemporânea, tendo estreado obras de Mantovani, Hersant e Dusapin.
Flautista principal da Orquestra Filarmónica de Roterdão desde 1998, leciona na Codarts (Roterdão) e é diretora artística dos ‘Rencontres Musicales de Noyers’ e dos ‘Musicales du Golfe’.
Toca numa flauta Pearl de ouro de 18 quilates.
Reconhecido internacionalmente como um maestro do mais alto nível, o desejo de Benoît Fromanger é trazer e partilhar a sua abordagem pessoal à música em cada concerto.
Músico extremamente talentoso, Benoît Fromanger distingue-se pela sua rica estética sonora e por um elegante sentido de fraseado. O seu respeito pelos músicos e pelo público, a sua energia, a sua generosidade e a sua paixão fazem dele um maestro essencial nos palcos musicais internacionais.
Natural de Paris, Benoît Fromanger estudou música e flauta no Conservatório de Paris com Roger Bourdin e Jean-Pierre Rampal, e estudou direção de orquestra com o seu mentor Valéry Gergiev, bem como com o conceituado pedagogo Rolf Reuter, em Berlim.
Fromanger é versátil e tem um conhecimento vasto do repertório: música francesa de Berlioz, Debussy e Ravel, Gounod, Massenet, música alemã do século XIX de Brahms, Schumann, Strauss, repertório de ópera com Puccini, Verdi etc.
Tornou-se, graças à sua curiosidade e colaborações próximas com maestros como Leonard Bernstein, Carlos Kleiber, Lorin Maazel, Bernard Haitink, Zubin Mehta, Carlo Maria Guilini, Ricardo Muti, Mariss Jansons, uma grande inspiração musical e empresarial.
A ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale Ave foi fundada em 1989 e está sediada em V.N. de Famalicão com delegação em Caldas da Saúde – Santo Tirso. Tem como seus parceiros mais próximos o Colégio das Caldinhas, a Câmara Municipal de Vila Nova Famalicão, a Câmara Municipal de Santo Tirso, a Fundação Cupertino de Miranda, a Fundação Castro Alves e o Inforartis (Centro de Cultura Musical) – Conservatório Regional de Música. Esta Escola Profissional é patrocinada pelo Ministério da Educação e pelo Fundo Social Europeu (Pessoas 2030) e propôs-se desde o início promover a formação em áreas carenciadas do meio artístico envolvente, nomeadamente os Cursos de Cordas, Sopro e Dança funcionando em articulação com o Conservatório Regional CCM. A Orquestra de Cordas, formada em Abril de 1990, constituiu o núcleo de origem da Orquestra. Em 1991 a Orquestra Sinfónica fez a sua primeira apresentação pública. Atualmente a ARTAVE tem em funcionamento a Orquestra Sinfónica, a Orquestra de Sopros e 4 pequenas Orquestras dos alunos mais jovens – Orquestras ARTAVINHOS – de Cordas e Sopros. A Orquestra Sinfónica ARTAVE é constituída por cerca de 80 elementos, todos alunos da ARTAVE, com média de idades entre os 14 e 18 anos. Apesar da sua juventude, a ARTAVE revela-se como um modelo de sucesso no ensino da música em Portugal, com numerosos alunos a apresentarem resultados de excelência e com elevada representação nas mais diversas Orquestras quer nacionais ou Internacionais. A Orquestra Sinfónica Artave teve como maestros responsáveis António Soares e Roberto Pérez. Entre os nomes mais sonantes do panorama musical que já dirigiram a Orquestra Sinfónica Artave encontram- se Leonardo de Barros, Manuel Ivo Cruz, Emílio De César, António Lourenço, Helder Trefzger, José Luís Borges Coelho, Juan Trillo, Jean Sébastien Béreau, Christophe Millet, Marc Schuster, Belarmino Soares, Fernando Lapa, Toby Purser, Benoit Fromanger, Carlos Garcés, Roberto Tibiriça, Colin Metters, Howard Williams, Peter Askim e Ernst Schelle. Atualmente a Orquestra é dirigida pelo maestro Luís Machado. Sinfonias de Haydn, Mozart, Beethoven (1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª), Schubert (4ª e Incompleta), Schumann (4ª), Dvorak (7ª, 8ª e 9ª), Rimsky-Korsakov (Antar), Tchaikowski (1ª, 4ª, 5ª e 6ª), Borodin (2ª), Brahms (1ª e 2ª) numerosos Concertos para diversos instrumentos solistas, obras corais-sinfónicas de Haydn (Criação e Stabat Mater), Rossini (Stabat Mater), Mendelssohn (Lauda Sion), Poulenc (Glória) integram o vasto e diversificado repertório já cumprido pela Orquestra. Em Maio de 2008 estreou em Portugal a aclamada obra Missa Tango de Bacalov. Tem merecido destaque o projeto de produção de Óperas, em cooperação com o CCM. Estreias, nacionais ou em versão portuguesa, de A Casinha de Chocolate (Hansel und Gretel) de Humperdinck (2002), A Arca de Noé de Britten (2003), A Bela Adormecida de Respighi (2004), Auto de Coimbra de Manuel Faria (2007), Aladino de Nino Rota (2009) – contando com a colaboração da Casa das Artes e do Município de Famalicão – e as duas apresentações de O Pequeno Limpa-Chaminés (The Little Sweep) de Britten (2000 e 2006) são momentos relevantes na vida musical da instituição. O sucesso da Orquestra ARTAVE tem sido reconhecido além fronteiras, com apresentações de grande sucesso em várias cidades Espanholas, inclusive sendo a convidada do Ciclo Ibérico de Música Sacra que se realizou em Tui. Em 1995, participou na estreia mundial (moderna) das obras de Melchor Lopez nas cidades da Corunha e de Santiago de Compostela em Espanha. Em 1993 realizou uma digressão que percorreu 7 estados do Brasil e recebeu uma apreciação muito positiva do público e da crítica. Para além das apresentações internacionais, a Orquestra ARTAVE tem-se apresentado nas mais emblemáticas salas de espetáculo portuguesas e participado em vários eventos de referência nacional, como o Promenade Jovens Músicos promovidos pela RDP, o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, o Festival S. Roque em Lisboa. Especial destaque para os Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e os Concertos Promenade do Coliseu do Porto que se realizam, anualmente, desde 2006. Conta ainda com a participação nas Jornadas Mundiais da Juventude, em 2023, onde se apresentou em dois concertos de grande êxito.